Você cuida bem da sua?
Na era da informação, fatores como o avanço da tecnologia, a velocidade das máquinas e o excesso de trabalho influenciam diretamente no ritmo das pessoas. Pressões externas como exigência de mercado, qualificação profissional e cobrança da sociedade aceleram e desesperam os pobres mortais. O resultado é um colapso mundial em que todos sofrem as mesmas consequências: stress, comprometimento da saúde e da qualidade de vida.
Mas quem disse que stress é doença da nossa era? De acordo com a psicóloga Adriana Marques dos Santos, a doença provocada pela reação do organismo a estímulos externos ou internos, relacionados à necessidade de luta ou fuga já era muito comum na Idade da Pedra. Naquela época, o homem tinha que assegurar a sua sobrevivência, pois não existiam meios de transporte, escrita, moeda e muito menos supermercado.
O que vivemos na atualidade é exatamente uma luta diária e constante pela nossa sobrevivência, com a diferença do excesso de informação, responsabilidade e técnicas de comércio que estimulam nossa mente. A consequência é a mesma de milênios atrás, um desequilíbrio que provoca doenças físicas, emocionais e mentais. A psicóloga afirma que devemos ficar atentos aos sinais do corpo, pois o stress negativo paralisa a pessoa, seja através de um colapso nervoso, parada cardíaca ou reações emocionais fortes como Depressão, Crises de Pânico, entre outras.
Depressão, o desinteresse pela vida
O sofrimento psíquico responsável por alte-rações de comportamento, afetividade, humor e relação com o meio ambiente tem motivações distintas: hereditariedade, fatores constitucionais, biológicos, psicológicos e sociais.
A depressão manifesta-se por inúmeros sintomas e atinge pessoas de todas as idades, inclusive jovens com variação de humor, crises emocionais e rebeldia, que são vistos como normais pela idade.
É muito comum vítimas de depressão se isolarem do convívio familiar, perderem parte da identidade e do interesse por outras pessoas, o que agrava ainda mais a doença e seus sintomas. O deprimido ignora atividades normais porque acredita que nunca alcançará seus objetivos, perdendo também o amor próprio.
O doente de depressão perde também a autoestima e autoconfiança, apresenta sentimento de culpa, mas manifesta-se hostil e agressivamente. Torna-se uma pessoa abatida, ansiosa, inquieta, irritada e apática. A vítima perde o interesse pelo trabalho e se retrai socialmente, tem aumento exagerado ou perda do apetite e da satisfação sexual. Cansaço, tristeza, insônia, dores crônicas de cabeça e distúbios gastrointestinais são apenas alguns sintomas do sofrimento que pode chegar ao extremo. Segundo especia-listas, a desesperança, a sensação de pânico e o fato de falar constantemente na morte, podem ser sinais indicativos do risco de suicídio da pessoa deprimida.
A intervenção deve ser imediata. O tratamento pode ser psicoterápico, farmacológico ou biológico e deve ser acompanhado por especialistas – psicólogos, psiquiatras ou o médico de confiança – além de ser muito importante a participação da família e dos amigos para a recuperação do deprimido. O tratamento é demorado e os resultados não são imediatos.
Pânico, o medo irracional
Ao contrário das fobias, o Pânico, doença psicossomática, manifesta-se em qualquer idade. Semelhante a um ataque de ansiedade neurótica, a doença aparece primeiramente como um medo intenso, breve, e que começa e termina sem razão aparente. Depois aparece junto de reações físicas, parecidas com a indigestão ou o infarto. Mais tarde, a crise surge repentinamente, mesmo em pessoas consideradas pelo médico como sadias e equilibradas.
Os sintomas mais comuns desta doença são: sensação de asfixia, violentas palpitações cardíacas, calor ou calafrios, náuseas e distúrbios instestinais, dores no fígado ou outras vísceras, dor de cabeça e medo da morte. As reações desaparecem rápido ou então, a pessoa começa a correr para qualquer lado.
O tratamento contra o pânico, normalmente, é feito através da psicoterapia associada a medicamentos. Alguns terapeutas sugerem a formação de equipes interdisciplinares para o tratamento da doença; médicos, sociólogos e sanitaristas agem conjuntamente para aliviar os efeitos patológicos produzidos pelo stress da vida nas grandes cidades e excesso de trabalho. Isso tudo porque o pânico é uma doença complexa impossível de ser curada apenas com remédios.
A alimentação e a saúde
Todos concordam que uma pessoa bem nutrida é uma pessoa saudável. E estão certos, a alimentação, o apetite ou a falta dele estão diretamente ligados à força motora do organismo. Segundo a nutricionista Aline Pedrosa, boa alimentação é sinônimo de qualidade de vida. Contudo, o desequilíbrio na alimentação associado a fatores físicos, psicológicos, genéticos e até mesmo culturais, pode ser também um eficiente causador de doenças.
Obesidade
Numa época em que o modelo de beleza é o do “alto e magro”, o obeso precisa enfrentar um grande preconceito estético quando na verdade seu problema é com a saúde. De acordo com a endocrinologista Jane Feldman, a obesidade aumenta o risco para uma série de patologias como doenças articulares, distúrbios lipídicos, hi-pertensão arterial e diabetes, que por sua vez aumentam os riscos de mortalidade por doenças cardiovasculares.
Segundo a endocrinologista, a hi-peralimentação pode representar um distúrbio da dinâmica familiar, assim como a hiperfagia - excesso de fome - pode ocorrer como resposta a situações de stress no trabalho ou no lar. Tais comportamentos servem como proteção em situações de difícil interação social, conflitos sexuais e exposição à pos-sibilidade de falência em relações interpessoais. Outro fator ressaltado pela médica é a falsa ideia de que obesidade, principalmente em crianças, é sinal de saúde e prosperidade.
Anorexia nervosa e bulimia
Distúrbios alimentares muito comentados e ainda assustadores são a anorexia nervosa e a bulimia. Mais comum entre as mulheres adolescentes ou jovens adultas, afeta pessoas que têm uma preocupação excessiva com a aparência e a forma do corpo.
A anorexia é caracterizada pela visão distorcida do próprio corpo e medo excessivo de ganhar peso e tornar-se obesa, enquanto a bulimia nervosa é motivada por uma compulsão em alimentar-se. Normalmente o bulímico come até passar mal e ter uma terrível sensação de perda de controle. Como recompensa, faz exer-cícios excessivos, provoca vômitos e recorre a laxativos e diuréticos na expectativa de eliminar o que ingeriu.
Tanto a anoxeria como a bulimia nervosa são distúrbios frequentemente ligados a problemas emocionais e causam graves consequências ao doente. Podem provocar além de desnutrição, a hospitalização do paciente para salvar a vida ou morte por arritmia cardíaca, hemorragia digestiva, suicídio etc.
O tratamento predominantemente psicoterápico algumas vezes é reforçado por antidepressivos indicados pelo psiquiatra, além do auxílio de um endocrinologista ou clínico para controlar os distúrbios metabólicos associados.
Ainda de acordo com a endocrinologista Jane Feldman, na anorexia nervosa o paciente emagrece muito, a mulher para de menstruar e fica cheia de edemas. Segundo a médica, o diagnóstico diferencial inclui, além de vários distúrbios psiquiátricos, o abuso de drogas, doenças como AIDS, hipertireoidismo, câncer, diabetes e a própria desnutrição. No caso da bulimia nervosa, o diagnóstico diferencial inclui outros distúrbios psiquiátricos e as patologias associadas a vômitos
Saúde da Mulher
A saúde feminina, muitas vezes, é associada à capacidade de reprodução. Pensa-se logo em ginecologia, útero, gravidez, parto etc. Porém, são muitos os problemas que podem comprometer a saúde e até mesmo o convívio social de uma mulher. Famosa, mas motivo de chacota e aborrecimentos para algumas mulheres é a tensão pré-menstrual (TPM).
Segundo o especialista em cirurgia geral, Alessandro Loiola, o grupo de sintomas que antecede o período menstrual e desaparece com a chegada do fluxo, manifesta-se de diferentes formas: fortes dores de cabeça tipo enxaqueca, aumento do corrimento vaginal, ganho de peso por retenção de líquidos, dores vagas e generalizadas, alteração do apetite e dos hábitos intestinais, suor excessivo, acne, crises asmáticas, distúrbios alérgicos, desmaios e até mesmo convulsões nos casos mais graves. Os sintomas psíquicos – ir-ritabilidade, agressividade, insônia, ansiedade, choro fácil, confusão mental e depressão – podem ser intensos o suficiente para prejudicar o desempenho das atividades habituais e de relacionamento.
Ainda segundo o especialista, o assunto é tão sério que a literatura médica nacional e internacional mostra que atos ilegais, principalmente crimes de violência, acidentes de trânsito, de trabalho ou domiciliares e suicídios são mais comuns em mulheres que sofrem de TPM, embora a incidência varie bastante.
Acredita-se que a doença seja consequência de uma combinação de fatores hormonais, nutricionais e ambientais. Medicamentos e dieta alimentar são os tratamentos mais comuns para a TPM. Alimentos como os carboidratos (cereais, pão, arroz integral e batata), distribuídos em pequenas porções no decorrer do dia, alimentos ricos em magnésio, vitamina B6 e cálcio são os mais recomendados para quem sofre de TPM. Os especialistas alertam que é importante não confundir TPM com Dismenorreia.
A menstruação dolorosa
Disminorreia: literalmente, menstruação difícil ou dolorosa, manifesta-se no mesmo período do ciclo que a TPM, mas é um distúrbio diferente. A doença é carac-terizada por cólicas intensas produzidas pelas contrações uterinas da menstrução. Segundo Alessandro Loiola, este distúrbio é a causa mais comum de falta ao trabalho e/ou escola entre mulheres jovens. O médico lamenta que, apesar de ser uma doença tão comum, poucas mulheres relatam o distúrbio em suas consultas periódicas, mesmo quando há prejuízo das atividades habituais.
A disminorreia pode ser causada por alterações hormonais, por distúrbios como endometriose - doença inflamatória pélvica -, por miomas uterinos, cistos ovarianos, uso de DIU e, raramente, câncer. Além de vários outros fatores de risco que podem ser associados a episódios mais intensos de dismenorreia existem outros como: primeira menstruação com pouca idade, períodos menstruais prolongados, tabagismo, obesidade e alcoolismo.
O tratamento da disminorreia, na maioria das vezes, é feito pelo uso de anti-inflamatórios da classe Não-Hormonal. Porém, dicas para lidar com a disminorreia como beber chá quente – mate ou camomila –, deitar de costas e colocar um travesseiro apoiando a parte de trás dos joelhos, fazer compressas mornas na região lombar e no abdome, tomar um banho morno, massagear delicadamente o abdome, fazer exercícios leves como alongamentos ou caminhadas, repousar e evitar se expor a situações estressantes durante as menstruações também são eficientes métodos para aliviar a dor provocada pela doença.
Saúde e os cuidados com a beleza
Ir ao salão de beleza não é mais um capricho ou vaida-de feminina. É natural pessoas procurarem os centros de beleza para terem uma aparência, além de bela, saudável. Os profissionais desse ramo afirmam que as pessoas que cuidam bem da aparência e se preocupam com a qualidade desses serviços são mais satisfeitas consigo mesmas e têm melhor qualidade de vida. Como consequência, melhoram o humor e a própria saúde.
Mas é importante prestar atenção a detalhes como a higienização do salão de beleza. Um ambiente com materiais e ferramentas de trabalho mal higienizados podem transmitir desde as doenças mais simples, como micoses, até problemas mais graves.
Portanto, os especialistas orientam a escolha de centros de estética conhecidos e confiáveis para cuidar de nossa saúde e beleza.
Envelhecimento e o Fitness Cerebral
À medida que o tempo passa, nossa pele perde sua elasticidade, surgem as rugas, os ossos e os vasos sanguíneos tornam-se mais frágeis e o cérebro é afetado pelo processo de envelhecimento, embora as mudanças mentais não sejam para pior. As pessoas mais velhas podem ter dificuldade para se lembrar de fatos e de números, mas em geral se beneficiam da maturidade mental proporcionada pela experiência. Contudo, sofrem efeito sobre a vida social e restrições na participação famíliar ou da comunidade, o que aumenta a sensação de isolamento e de incapacidade.
Porém, segundo o neurocirurgião João Roberto Azevedo, velhice não é sinônimo de doença. O médico afirma que a doença crônica não é uma consequência inevitável da idade, mas o resultado de escolhas de estilos de vida. Ele esclarece que as maneiras de se alcançar a longevidade estão ao nosso alcance. Rotinas como alimentação correta, prática de atividades físicas e o bom estado psicológico são fortes aliados para a preservação da saúde.
Com a necessidade de preservar a memória e exercitar a mente, cuidado fundamental para a saúde do idoso, foi criado o Fitness Cerebral. Essa atividade consiste num conjunto de exercícios cerebrais feitos de maneira rotineira – semelhantes aos exercícios musculares realizados para se manter a forma física – que estimulam nossos principais sentidos: olfato, paladar, tato, visão e audição, bem como nossa memória e inteligência.
O neurocirurgião alerta que o declínio de nossas funções mentais, decorrentes da idade, deve-se à falta de atividade mental paralela ao envelhecimento, e isso pode ser evitado.
Câncer, o que mata é o dignóstico tardio
O crescimento autônomo e desordenado de células e tecidos por motivos desconhecidos pelos estudiosos ainda é um dilema para a humanidade. O tecido canceroso tem estrutura diferente dos tecidos e órgãos de que se originou e uma capacidade ilimitada e incontrolável de se reproduzir. O tumor maligno – termo utilizado para nomear o câncer – atinge rapidamente outras partes do corpo, o que dificulta ou quase anula a descoberta e tratamento eficiente da doença.
Porém, alguns deles, se detectados no início, podem ser tratados e até eliminados do organismo.
Câncer Infantil: No Brasil atinge entre 12 e 13 mil crianças anualmente. Sessenta por cento dos casos podem ser curados. Apesar de não poder ser prevenido como os cânceres em adultos, o câncer infantil é mais sensível aos tratamentos e por isso mais fácil de ser curado, contudo a grande arma contra ele é o diagnóstico precoce. Mudanças de atitude, hábitos ou disposição nas crianças devem ser investigados. Como os cânceres da infância não esfoliam e raramente sangram, não existe um método de detecção precoce.
Câncer de Mama: Representa a segunda causa de morte de mulheres no País – dez mil acima dos 35 anos – por serem detectados muito tarde. Sessenta por cento dos casos são identificados em estágios avançados – tumores com mais de cinco centímetros de diâmetro –, quando a mastectomia (retirada de um das mamas) é inevitável. Em tumores iniciais, com menos de dois centímetros, pode ser feita uma cirurgia chamada qua-drantectomia sem retirada da mama. Se durante dez anos após a cirurgia a mulher não apresentar nenhum tipo de câncer, será considerada curada. Atenção para sinais como secreção espontânea no mamilo e a retração da pele: eles podem indicar a presença de tumores. Para os ginecologistas e mastologistas a melhor prevenção é o autoexame. Outro fato que não pode ser ignorado é que, embora a mulher seja a maior vítima do câncer de mama, o homem também pode desenvolver a doença. A proporção é de um caso de câncer de mama masculino para cem casos femininos.
Câncer de Pele: É o mais comum entre os cânceres e se manifesta de duas formas: os carcinomas – diretamente relacionados à exposição ao sol e que atingem pessoas de pele, cabelo e olhos claros – provocam grandes deformações, mas são indolores e não levam à morte; e os melanomas – transformação malígna das células produtoras de pigmentos – é o câncer que mais cresce no mundo, porém é uma doença curável se submetida a tratamento adequado. A arma mais eficaz contra o câncer de pele é manter-se bem longe dos raios solares, principalmente os ultravioletas – entre 10 e 15 horas –, usar filtros solares e consultar sempre um dermatologista. Contudo, o câncer de pele também é provocado por fatores genéticos e ambientais, como a destruição da camada de ozônio.
Câncer de próstata: Largamente divulgado e discutido na atualidade, também é um câncer curável. De acordo com o urologista e cirurgião geral Theophilo Neto, o câncer na glândula auxiliar do sistema genital masculino é mais comum após os 60 anos de idade, mas já foi encontrado em indivíduos aos 40. Os principais sintomas estão relacionados à obstrução ou infecção urinária como: dificuldade de iniciar a micção, perda da força e do calibre do jato urinário, dor ao urinar, aumento nas micções noturnas, retenção de urina, dores na coluna, fêmur e bacia, sangue na urina e perda de peso. Ainda de acordo com o médico, é importante frisar que em alguns casos é totalmente silencioso. A prevenção é consultar um urologista a partir dos 45 anos de idade, pois o especialista terá como identificar a doença em seu estágio inicial, promover a cura e dar o tratamento adequado nos estágios posteriores da doença.
Câncer de Ovário: É o segundo tumor ginecológico mais comum e mais letal do aparelho genital feminino devido à dificuldade no diagnóstico precoce. Os sintomas são vagos e pouco específicos: desconforto pélvico, alterações do hábito intestinal, perda ou ganho de peso sem explicação, dor no momento ou após a relação sexual, cansaço fácil e sangramentos vaginais anormais após a menopausa. Segundo especialistas, apesar da causa desconhecida, algumas alterações genéticas possuem uma relação particularmente importante com o câncer ovariano. Obesidade, idade superior a 40 anos e casos de câncer ovariano na família, não ter filhos ou ter a primeira gravidez acima de 35 anos aumentam os riscos. A cada nova gravidez, o risco diminui um pouco mais. Ainda asssim, é importante lembrar que 95% de todos os cânceres ovarianos ocorrem em mulheres sem quaisquer fatores de risco. O melhor método para ava-lliação periódica dos ovários é o Ultrassom Transvaginal, que apresenta sensibilidade de cem por cento e especificidade de 98% para câncer ovariano. O tratamento do tumor, nas fases iniciais, permite cura em boa parte das pacientes.
De acordo com estudiosos, o câncer é uma doença que pode ser evitada pela qualidade de vida. Alguns alimentos possuem nutrientes que protegem as células do organismo de problemas provocados por substâncias e objetos cancerígenos. Apesar de não ser milagrosa, a boa alimentação contribui muito para o combate do câncer. Ela atua na prevenção e no fortalecimento das células do organismo porque os alimentos possuem antioxidantes, fitossubstâncias, vitaminas, minerais e outros. É importante lembrar que todos os alimentos devem ser ingeridos de maneira variada.
Veja alguns alimentos de destaque na ação anticâncer:
Abóbora, cenoura, beterraba, batata doce, manga e mamão: ricos em betacaroteno, substância que auxilia o organismo na restauração das células prejudicadas por agentes oxidantes; atuam contra os mais variados tipos de tumor.
Brócolis, repolho, couve-flor, couve-manteiga, rúcula e espinafre: possuem sulforante, substância que regenera e aumenta a resistência do organismo.
Couve-flor, ervilha, goiaba, maçã, melancia, pepino japonês e o trigo: ricos em fibras, aumentam a saciedade e diminuem o teor de gordura no organismo.
Tomate, melancia, pimentão e beterraba: ricos em licopeno, substância que atua sobre os radicais livres, impedem que os mesmos danifiquem as células normais do organismo.
Alimentos probióticos: contêm bactérias benéficas ao organismo, fortalecem o sistema de defesa do corpo e ainda combatem úlceras que induzem a formação de células malignas.
Sementes oleaginosas, folhas verdes, batata doce, leite, aveia, peixe e soja: ricos em alfatocoferol, substância que inibe a ação dos radicais livres no organismo e o crescimento de tumores no pulmão.
Jaine Arantes
Jornalista